segunda-feira, 9 de novembro de 2009

9 novembro - Bahia - aniversario Nivaldo, Jaguaripe e Itaparica

vamos ver se desta vez as fotos ficam melhor apresentadas. Ainda esta do final pro começo - mas isto resolvemos na proxima... ai em cima - Nivaldo e Flor tomando um sorvetinho no shopping antes de ir pro aeroporto. Embaixo - visto do forte Sao Marcelo o lado do cais e regiao do Pelourinho em Salvador. Agora olhe esta prainha no pé da foto - haja paciencia.





A cidade alta de Salvador vista do forte de Sao Marcelo - regiao entre elevador Lacerda e praça Castro Alves - incluindo ladeira da montanha, capitania dos portos etc. Embaixo o forte visto do cais no mercado modelo.





vila de Itaparica - por do sol junto a marina - sempre assim - tudo tranquilo. Embaixo o hotel Icarai em Itaparica. Lugar legal de ficar. Otimo astral e bom serviço, preços totalmente justos...





Saveiro carregando ceramica em Maragogipinho pra levar pra SAlvador - vai muita coisa num barco destes. Dizem que leva de 4 horas a um inteiro - dependendo do vento. Estimo que seja coisa de 40 a 50 km no total - saida por Cacha Prego - costa da Ilha de Itaparica e travessia para a feira de Agua de Meninos ou Sao Joaquim





passeio no barco de seu Antonio (ex saxofonista) - no retorno da barra falsa e cacha prego.

embaixo - almoço em cacha prego





banho sofrido na lagoa salgada da barra falsa - agua entra e sai conforme a maré

embaixo - saindo de Jaguaripe com seu Antonio





as meninas no cais da pousada em Jaguaripe - fim de tarde, vendo barcos irem e virem. Nao vimos botos...

o caju já vem chegando.




em cima - fim de tarde e a gurizada no tal baba (como eles chamam estas peladas amistosas...)

embaixo a igreja de N Sra do Rosario (dos pretos, como manda a tradiçao) em Jaguaripe. Está pra ser restaurada - dizem





fim de tarde no cais principal de Jaguaripe - saveiro tinha acabado de chegar de Salvador - dia seguinte ia partir de novo.... Alice, Nivaldo e Janete

embaixo - a atual prefeitura e antiga camara e cadeia de Jaguaripe - onde tem a famosa cela ao nivel do rio, onde o cara nao conseguia se deitar e ficava quase inteiro molhado quando subia a maré....





igreja matriz de Jaguaripe (em restauraçao - parece que termina em dezembro...)

fim de tarde em Jaguaripe



Pois é

Sempre que dá a gente dá um jeito de ir a SAlvador. Ja fazia mais de um ano que não pisávamos o solo baiano. Tava na hora
A desculpa inadiável foi o anivesario de 60 anos de Nivaldo
saimos daqui na sexta 23 (voo otimo - escala super rapida apenas em Confins), em lá chegando fomos testar o onibus "executivo" do aeroporto - quase desisti (e olhe que o taxi até o centro tá na beira dos 100 reais....). Demora muito, nao se organiza a fila, o onibus é pequeno (micro onibus) e por ai vai. Mas enfim - foi uma experiencia como dizem por ai. Metade era estrangeiro, motorista nao falava ingles mas todos iam se entendendo de um jeito ou de outro.

No sabado foi o aniversario. Umas 70 pessoas, baiana fazendo acarajé, banda de choro, bloco de carnaval, bolo com decoração do dicionario de baianes etc e tal

A exposição do Rodin bombando na cidade mas acabamos nao indo.

Em compensaçao voltamos voltamos ao bar Acqua na marina (perto do mercado modelo e MAM) - muito bom o lugar.

Leandro daqui de Curitiba pintou por lá (estava dando um curso) e fomos no restaurante do MAM, em cima da agua, noite agradavel e papo melhor ainda

na segunda apos frustrada tentativa de ir para Taipus, fomos de carro pelo ferry para Jaguaripe. Fica a uns 5 km da barra sul da ilha de Itaparica, na beira do rio de mesmo nome. Cidade pequena, lugar tranquilo, astral otimo. Pousada Jaguaripe super simpatica. Fomos de barco até a barra, numa praia enorme em frente a Cacha Prego - com lagoa salgada etc - bão dimais. Depois almoço em Cachaprego no rest Lua Nova. Jaguaripe é famosa pela pesca do robalo.

No retorno de Jaguaripe - passada por Maragogipinho - sede das ceramicas. Umas 100 ceramicas, todas muito proximas, fazendo de tudo (muito porquinho pra moeda eu vi). Sai um saveiro quase todo o dia carregado de ceramica pra vender em Salvador

Nivaldo, Janete e Alice voltaram para Salvador e nos deixaram na vila de Itaparica - apos o tradicional almoço no Negao. Ficamos no hotel Icarai. Quase decadente mas em bom estado e muito gostoso. VArandao em cima do mar, cidade tranquila a noite, praia otima de dia, caminhadas, preparativos pro feriado. Tambem comemos na marina (rest portal das aguas) - demorou um pouco (eu sempre ansioso) - mas tava otimo. E a vista da baia e do por de sol e dos peixes pulando na agua, barcos passando - ao escrever aqui dá até a impressao que estou idealizando - mas é bom mesmo.

no sabado voltamos de lancha (via Mar Grande - 2,50 por pessoa a kombi ou taxi lotaçao) pra SAlvador. Almoço no recanto da Lua Cheia perto do Bonfim (um dos melhores lugares pra almoçar que ja´estive na vida... otima comida, bom preço, otimo serviço, boa musica e uma vista de arrebentar ..... imperdivel...)

depois sorvete na Ribeira, ficamos olhando alguns barcos a venda, cheguei a ligar para um so pra checar valores....]
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no domingo barraca de Luciano por horas e horas. tava muito bom. Luciano em altissimo astral....

na segunda ficamos meio ansioso pois tinha muita gente no grupo. Mas demos uma caminhada na Barra, Agua de Coco, depois almoço no Iemanja - cada vez maior, mas a comida otima, preço razoavel e atendimento beleza.

terça - mais Barra, algumas voltas e fomos no forte de Sao Marcelo - passeio imperdivel - excelente - pena que nao vendem nada do forte. Tem um DVD que exibem mas nao esta a venda. Restaurante fechou.

Almoço basico no bate boca da barra e fomos pro aeroporto tranquilinhos. Voo no horario. Saimos de lá 17:50 horas e chegamos aqui 23 :20 somando uma hora do horario de verao.

Alias nao sei porque nao adotam na Bahia, ja que antes das 5 e meia já está claro....

Salvador me pareceu um pouco mais tumultuada que o normal desta vez. Dizemque a violencia anda brava. Fomos numa livraria entre Ondina e Rio Vermelho - EXCELENTE....


terça-feira, 22 de setembro de 2009

22 setembro - Guaricana, Chaminé e Alto Vale Sao Joao...














Faz muito muito tempo (tipo 20 anos ou um pouco mais) andamos de moto pela regiao do Potreiro. que seria os fundos ou as nascentes dos rios que desembocam nos fundos da baia de Guaratuba. A entrada é por uma estrada (a esquerda de quem saiu de Curitiba rumo a Joinvile na BR 376) que fica uns 500 metros depois do posto da PRF no alto da serra.

Tambem desta epoca eu já queria conhecer a regiao das usinas Guaricana e Chamine pois sempre me deixou curioso como foram feitas e localizadas estas obras bem na beirada da serra.

Domingo, com sol por aqui (lá meio nublado mas tranquilo) fui na TR4

Sai do asfalto (BR 376 tambem) uns 2 km antes do primeiro pedagio, ou logo depois do posto da PRF de Tijucas do Sul. Tem placa na estrada, sem problema

Logo em seguida (uns 5 km) tem o morro redondo onde tem uma repetidora da Embratel. Deixa o carro ali (tem um doberman preso e sozinho dentro da estaçao - dá meio que pena do bicho) e sobe uns 140 metros até o topo do morro. Vista na direçao da Vossoroca, na direçao de Curitiba, na direçao de Sao Bento do Sul e muitos morros em volta (fotos 1, 2 e 3, na foto 1 direçao Vossoroca e Joinville e na foto 2 direçao Curitiba).

Depois estrada, muito mato, até que veio um desmatamento bravo de pinus (foto 4). Mais um pouco (uns 18 km do asfalto a esta altura) tem o entrocamento pras duas usinas, peguei a esquerda no rumo da Guaricana. Mais um pouco o rio Guaratubinha (o nome já diz tudo...) foto 5 com um otimo gramado pra fazer um passeio mais civilizado (pic nic, churrasquinho ou algo assim) quando fecha uns 28 km do asfalto tem o portao da Usina. Carro nao passa. Mas gente passa e me parece que eles nao se importam muito que passe... No caminho muitas bromelias em flor (pelo jeito elas sabem que a primavera ia chegar dali a pouco) ver foto 6, mais adiante o lago da represa em si (foto 7 - reparar na linha de transmissao ao fundo que sobe da usina, uns 400 metros mais abaixo e a tomada de agua). Nao é um lago grande mas bem encaixadonos morros. Uns 2 km do portao tem a barragem em si com a estrada passando por cima. O nivel da represa meio baixo, nada de agua no vertedouro e nem no curso original do rio ((foto 8). Voltei, tomei o rumo da esquerda em direçao da represa de Chamine, dirigi uns 10 km e dei com outro portao. Ali nao tinha como passar de forma tranquila. Achei melhor nao invadir assim sem maiores avisos... Voltei uns 4 km, entrada a esquerda, direçao colonia Santos Andrade. Adiante o pessoal comentou que esta estrada ia dar no asfalto tambem. Segui em frente. Por sorte tudo seco. Com chuva deve ficar bom pra testar pneus de lama, traçao e diferencial blocado com reduzida. Vai se beirando a serra tambem (umas quedas na faixa de 400 metros) vales bonitos, até chegar num trecho de descida (foto 9 e 10 - lá embaixo a regiao do Rio Sao Joao, Potreiro, colonia Castelhanos etc, na foto 9 o morro mais cabeçudo e alto meio a direita é o morro que a gente ve quando atravessa o Cubatao na estrada da Limeira - Garuva para Morretes ou vice versa...). Desci a serrinha, tomei a esquerda, e cheguei na famosa ponte pensil sobre o rio Sao Joao (foto 11, 12 e 13). A estrada segue e vai sair no asfalto, aliás é bem perto dali, mas o rio tava meio fundo nao quis arriscar a travessia. Mesmo a pé tava complicao, entrei uns 5 metros e agua já na coxa. Dali sai um caminho beirando o rio, que adiante se encontra com o rio do Arraial (que vem lá da represa de Guaricana) e formam o Cubatao e chegam na baia de Guaratuba... Deve dar umas 4 horas de caminhada até a ponte que a gente atravessa na Limeira. Voltei dali, uns 35 km até o topo da serra (no lugar que mencionei lá no inicio de de volta a Curitiba)

total 220 km, sendo 90 na terra

bom pra fazer de moto ou carro ou até de bike (muita subida)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

13 setembro - MORRO DO CANAL



















PASSEIO DE UMA MANHA OU UMA TARDE

PERTO DE CURITIBA

é praticamente um dos primeiros morros a esquerda de quem vai pro litoral do PR, ficando na direçao logo depois do pedagio

daqui no pe do morro onde deixa o carro da uns 35 km, depois 1.600 metros pra subir 380 metros aproximadamente. Bem inclinado

tem uns trechos com escada na pedra ou corrente - ouvi falar que a AMP - Associaçao MOntanhistas do PR que ajudou a colocar. Ficou muito bom

Durante a subida varias pedras de onde a vista é muito boa - pro lado de Curitiba, represa de Piraquara, lado leste do Anhangava, ferrovia perto de Banhados etc

epoca de muitas flores

la em cima - se as nuvens e neblina permitem - da pra ver o litoral (eu não vi)

tem um percurso mais bravo que é do Canal ir pro morro da Vigia e depois descer pela Torre Amarela. DA umas 4,5 horas

esta ida ao Canal sobe em 1 hora e meia muito tranquilo (subi em 1 h e 10 minutos parando pra tirar foto etc...). Retorno em menos de 1 hora seguro.

la embaixo pastel muito bom.

seguem as fotos

1 - inicio da subida - restos de pedreira - pedra do queijo

2 - primeiras correntes - parece mais inclinado do que é... ou não...

3 - mais correntes

4 - a tal torre amarela no caminho pro morro do vigia

5 - flores no caminho

6 - pedras encaixadas formando um abrigo ou - se quiserem - uma gruta

7 - ponte caprichada - tem umas 4 destas

8 - já dá pra ver o topo se aproximando

9 - mais escadas - ultimos lances

10 - represa de Piraquara

11 - e dá-lhe flores

12 - mais escadas

13 - grupo iniciando a descida

14 - torre amarela e morro do vigia

15 - represa, torre amarela e anhangava ao fundo encoberto de nuvens...

16 - correntes - agora na descida

17 - da esquerda pra direita - torre amarela, vigia e canal

18 - represa de piraquara com a neblina chegando - depois virou chuva




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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

11 setembro - PERUIBE E IGUAPE

























Pois é. Temos um grupo que inicialmente eram 4 moços e que com o tempo foram agregando as respectivas esposas e que nos encontramos regularmente. Este grupo acabou apelidade de SG IV.1 (digamos que isto são reminiscencias de grupos de trabalho da Telebrás....)

Este ano o encontro era pra ser em Sao Paulo. Mas 4 dos 8 ficaram impossibilitados por motivos diversos. Os 4 que sobraram acabaram combinando de se encontrar na casa do Pimentel e Ada em Peruibe.

Florinda e eu lá fomos no sabado 5 de setembro. Estrada movimentada pelo feriado. Peruibe é bem habitada e bem arrumada. No encontro estava tambem dona Elza, mãe do Pimentel e companhia muito agradável pelo humor que tem e por tudo que já passou na vida.

O tempo nao ajudou mas tambem não atrapalhou. Quer dizer, tinha chuva, garoa, nuvens fortes, mas sempre dava pra encaixarmos alguma coisa. Segunda feira dia 7 foi um belo dia. Pegamos praia etc e tal.

no domingo fomos visitar a parte mais distante de Peruibe, praia de Guarau e a entrada da reserva da Jureia. Dali se pode ir a uma cachoeira e tambem na barra do Una que já fica bem no meio da reserva. Desta barra é umas 6 horas de caminhada até o lado sul da reserva, já na regiao de Iguape.

Optamos em só ficar por ali mesmo, pois com a chuva as paisagens não eram lá essas coisas. No dia 7 os 3 paulistas retornaram a Sao Paulo e nós dois fomos para Iguape. Tomamos a estrada do Despraiado. Em Pedro de Toledo (na estrada que liga Peruibe a BR - 116) viramos a esquerda (rumo sul), ali uns 4 km de asfalto e depois uns 42 km de terra. Sobe uma serrinha, passa por bananais enormes, rios encachoeirados, até chegar na planicie do outro lado, vai bordeando uma regiao pantanosa até pegar o asfalto da estrada que liga br-116 a Iguape (altura do km 402 da 116).

Chegamos a Iguape e já gostamos. A famosa Matriz de Bom Jesus, a pracinha, as casas antigas, o povo super tranquilo etc e tal.

Ficamos no Solar da Praça (bem em frente a igreja(. Casa de 120 anos e muito bem cuidada. O barulho da praça durante a noite incomoda um pouco.

De madrugada muito vento e tempestade forte. De manha fomos visitar a matriz debaixo de chuva. DEpois pegamos o carro e fomos rumo norte. Estrada de Içapara. Fomos na praia de Leste, que é um encontro do mar pequeno (braço que fica por dentro da ilha comprida e banha tanto Iguape como Cananeia), final da Ilha Comprida e a foz da Ribeira do Iguape. Muito legal o lugar. Pra mim que desde pequeno atravesso a ponte da Ribeira em Registro e fico olhando aquele riozão ali, foi legal ver onde ele finalmente se encontra com o mar. Depois uma balsa bem pitoresca atravessa a Ribeira (uns 2 km pra cima da Foz) e nos leva pro lado da praia da Jureia. Uma vila ou balneario bem pequena e dali 15 km de praia (cuidado com maré e riozinhos que podem virar mais que riozinhos conforme a chuva) chega-se no costão da Jureia.

Na volta almoço nesta vila da Jureia - restaurante do Nelio - excelente prato comercial com um peixe fresquinho e bem frito.

Dali volta a Iguape (no caminho perdia a placa da frente numa poça) demos uma ultima girada pela cidade, café na livraria e café Farolito (lugar bem legal...) e tomamos a estrada pra Curitiba.

Agora vamos as fotos

1 - Grupo almoçando no sabado na casa do Toninho

2 - Toninho repartindo a picanha....

3 - Peruibe vista do morro da caixa dagua

4 - praia do Guarau

5 - grupo no Guarau e tome chuva

6 - entrada pro parque da Jureia rumo a barra do Una (lado norte)



7 - bananal na estrada do Despraiado rumo a Iguape

8 - ponto de banho no rio despraiado

9 - atravessando o mesmo rio

10 - serras da Jureia (ja chegando no asfalto da 116 pra Iguape)

11 - a Ribeira do Iguape perto desta

12 - Matriz de Iguape

13 - esperando a cerveja...

14 - igreja do Rosario em Iguape

15 - Iguape vista do morro do Cristo

16 - na Balsa

17 a 19 - costão da Jureia

20 - praia de Peruibe com sol...

21 - PImentel e Ada se preprando pro sol

22 - a praia em vista inferior...

23 - porto de pescadores em Peruibe (evitem os camarões...)

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

4 setembro - rio minas sao paulo - em julho

































Meio que bem atrasado, mas em julho fizemos um passeio por estas regioes.

SAimos daqui e fomos direto a Monte Verde. Ali nem desligamos o motor. Local bem degradado, tumultuado sei lá. Nao gostamos. Dai 50 km de terra tranquila chegamos em Gonçalves (MG quase Sao Paulo - Campos do Jordao...). Lugar legal. Bons hoteis, boa gente, lugares legais pra passear. Muita estradinha (paraiso de jipeiros...). Preços mais altos pela influencia de Sao Paulo - deve ser...

Passamos por Campos do Jordao, mas dia de chuva, muita gente e eu nao gostei nem um pouco. Acho que exagerei na dose. Mas realmente achei tudo apertado, loja demais, enfim meio chato.

chegamos ao Rio (sempre é bom chegar no Rio). Fomos pra casa do Peçanha, passeio até pedra de Guaratiba (otimo restaurante - Petisco) e finalmente conheci a tal pedra - fim da antiga Guanabara e inicio da restinga de Marambai. Muito legal o lugar.

dia seguinte Santa Teresa e centro velho, almoço no Capela e petiscos no bar do Mineiro - ambos otimos

dali fomos pra Tombos via Teresopolis e Itaperuna. A estrada via Alem Paraiba é muito legal. VAle o passeio, vai descendo em direçao ao rio Paraiba com vistas bem bonitas. Em Itaperuna almoçamos cascudo e peixes de rio diversos com Janete e Nivaldo. Muito bom. Itaperuna simpatica.

Chegamos em Tombos a noite. Casa do Kummer e Maria Helena ficou muito legal, gostosa e agradavel. Dia seguinte passeio na cachoeira, orquidario, fabrica de doces, ida a Porciuncula pela estrada de terra (muito joia) etc

dali fomos pra Sao Joao Nepomuceno buscar documentos da familia e chegamos em Juiz de Fora rever tias e primos. Tava tudo bem. CAsa de campo de Moacir e Nenzinha cheia de plantas. JF sempre agitada. etc

dali fomos a Petropolis - pra conhecer direito já que sempre passamos por ali meio na pressa. hotel muito legal, atras do museu imperial (monte verde algo assim) - fomos no museu, na igreja (especialmente legal) rua ipiranga, casa de Santos Dumont (haja frugalidade) - cansamos de andar. A noite uma boa sopa de capeleti.

dia seguinte descemos pro Rio - pro apto da tia Maristela. passeamos pela cidade, fomos no batizado da GAbriela (Messiano e Cris) - muito bom estar no meio de familia tao legal. Eles moram no alto Leblon - nem parece Rio (no bom sentido...)

dali voltamos ainda com uma parada em Sao Paulo para tomar um chopp com Ada e Pimentel.

e assim foi

vamos as fotos

1 - subindo morro em Gonçalves
2 - vista da regiao
3 - casa mais antiga (1840 aprox) da região
4 - mais uma vista
5 - pico de Sao Domingos - caminho Gonçalves a Cambui
6 - BAr do Marcelo e suas 700 cachaças
7 - Pico Chanfrado em Gonçalves
8 - subindo o pico
9 - outra vista da casa mais antiga
10 - Gonçalves
11 - Peçanha MOnica e Flor no recreio dos BAndeirantes
12 - Pedra da Gavea no meio das nuvens
13 - Em Guaratiba
14 - Micos nos cabos de telefone em Santa Teresa
15 - Descendo pra Lapa
16 - Dedo de Deus
17 - almoço de peixes perto Itaperuna
18 - em Itaperuna
19 - Tombos
20 - cachoeira de Tombos
21 - Pedra da Bonanza em Goianá
22 - Casa de Moacir e Nenzinha
23 - 1a hidroeletrica do Brasil - perto Juiz de Fora
24 - museu IMperial
25 - casa imperial francesa
26 - Quitandinha - como é grande...
27 - na cabeceira do Santos Dumont
28 - Batizado
29 - Bar do Marcelo a noite - em Gonçalves
30 - Pico Parana na br - 116
31 - av Niemeyer no Rio

4 setembro - ida a Foz pela Argentina























Apesar das serias e fortes criticas que existem a estrada do Colono (que liga Capanema a Medianeira por dentro do Parque Iguaçu) sempre fiquei frustrado de nao ter atravessado a mesma. Acabei achando um paliativo
saimos daqui de Curitiba pela br 277 e fomos até uns 8 km depois de Nova Laranjeiras (uns 330 km daqui) - ali tomamos o rumo de Dois Vizinhos, passando pela barragem de Salto Osorio - depois Realeza e Capanema. O Parana vai ficando com outra cara. REgiao mais distante, influencia fortissima dos gauchos, etc. Chegamos em Porto Lupion (onde se atravessava de carro pra entrar na estrada do Colono ) - alguns bares etc tudo fechado. Tipo vila fantasma. TEm mais uns 3 km pela plantaçao e a gente chega numa ponta onde um rio desagua no Iguaçu - a esquerda Argentina e em frente o parque e o riozao Iguaçu no meio - MUITO BONITO

voltamos, aduana argentina (sempre a historia da carta verde) e tomamos uma estrada de terra que vai margeando o Rio Iguaçu. Até uma tal de peninsula, onde o rio faz uma curva enorme pra dentro da Argentina e a gente fica aqui bem na tangente desta curva, vendo o rio, o parque na frente etc. Em seguida entramos no parque. 35 km no meio da mata. Com muito esforço vimos a sombra de uma paca pequena. Fora isto as arvores lindas, muitos passaros, levamos tipo 90 minutos neste trecho cruzamos com no maximo 10 veiculos inclusive motos. Dizem que passa onibus (de Andresito a Puerto Iguazu) - a estrada retoma o asfalto bem perto do aeroporto de puerto iguazu.

carros de passeio altos (palio, gol, parati etc) passam tranquilamente

vale a pena o desvio

mas tem que ter carta verde ou comprar em capanema

alem disso pegamos um final de tarde nas cataratas lado argentino, com arco iris e tudo

na volta, antes de guarapuava entramos pra Entre Rios. Sao 4 vilas interligadas e proximas. Parece que a gente sai do Brasil - mas o melhor é a fabrica de chopp Donau Bier na vila Cachoeira

vamos a descriçao das fotos - motivo de tortura pra conciliar esta descriçao com as fotos em si - mas é um bom treinamento contra Alzheimer

foto 1 - salto Osorio
foto 2 - cemiterio em Capanema
foto 3 - os marcos Brasil e Argentina - riozinho tem uns 50 metros...
foto 4 - o rio Iguaçu neste mesmo local
foto 5 - ja na Argentina - estrada no meio de fazendas - especialmente erva mate
foto 6 - plantaçao de erva mate
foto 7 a 9 - na tal peninsula ou grande curva do Rio Iguaçu
foto 10 - chegando no parque
foto 11 a 13 - dentro do parque
foto 14 - Entre Rios - igrejas Luterana e Catolica
foto 15 a 17 - Donau Bier em Entre Rios
foto 18 a 22 - por do sol nas cataratas - arco iris, pouca gente, muita agua..

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quinta-feira, 2 de julho de 2009

02 julho - Minas Gerais e imediações no Carnaval
























Achei que valeria a pena postar alguns comentarios sobre rapida viagem que fiz no Carnaval. Florinda estava mergulhada no livro (em algum momento proximo será lançado e avisaremos...) e resolvi dar uma volta por ai

sai na sexta vespera de Carnaval daqui e fui direto ao Rio

passei o sabado de Carnaval com o Peçanha em plena Copacabana. Na verdade fomos pro Leblon e ficamos comendo empadas e eventualmente tomando um chopp no Bracarense.

no sabado a noite fui pra Juiz de Fora ficar na casa dos meus primos (Moacir e Nenzinha). Domingo muito cedo saimos na direção de Caratinga, la tomamos a estrada de terra pra Vila do Suiço e chegamos na Fazenda Cachoeira Alta onde meu avo (Onofre Marques) viveu um bom tempo. Conversamos com parentes, amigos, o atual dono da terra (usa pra criar Nelore), seguimos adiante, atravessando o rio Manhuaçu que faz um canyon muito bonito por ali e fomos dormir em Santana do Manhuaçu na casa de parentes. Dia seguinte uma rapida passada pelo pico da Bandeira (andamos uns 30 minutos iniciais da trilha) - muita gente por lá. E voltamos a Juiz de Fora. Dia seguinte ida a Cataguazes em busca de documentos da familia deste meu avo. Nao achamos nada nem no CArtorio nem na Matriz. Fica a curiosidade no ar.

De Juiz de Fora voltei pra Curitiba passando por Carvalhos (pra visitar o Lolo - um dos poucos amigos do meu pai ainda vivo) e fui pela estrada de Airuoca pra Itamonte por dentro do sertao. Primeiros 40 km tranquilos, mas depois uma barraria (estrada sendo ajeitada, as maquinas reviram o barro e a coisa fica preta) - mas a vista - a gente sobre de uns 900 metros até uns 1850 - nos fundos das Agulhas Negras - muito muito bonito. Foi dificil passar, carro muito sujo - eu tambem. Mas valeu. Dormi em Itajuba e dia seguinte cheguei em Curitiba

agora vamos as fotos


1) No Braca tomando um chopinho

2 e 3) vistas do canyon do Rio Manhuaçu - junto a Fazenda

4) Agulhas Negras - o maciço das Prateleiras (estive lá com Daniel em julho 08 - ver blogs mais antigos)

5) Nenzinha e Moacir - meus primos - no caminho da vila do Suiço

6) A Vila do Suiço (vista parcial....)

7) Primo do meu avo com esposa e Nenzinha. Moram ali pela regiao tambem.

8) Chegando na Fazenda Cachoeira Alta

9) A casa da fazenda - reformada, decandente - meio triste ver isto, mas faz parte do ciclo da vida...

10) A fazenda vista de cima do local onde era o acesso antigo.

11) A familia em Santana do Manhuaçu

12) O maciço do Caparaó

13) Vista do Vale - a uns 2300 metros de altitude

14) Monte Verde - perto de Juiz de Fora - onde acampei pela primeira vez quando tinha 14 anos.

15) O pico do Airuoca

16) Vila de Alegria nos pés da Serra das Agulhas Negras

17) A estrada - ainda tranquila

18) - situação dificil - mas tem remédio...

19) Caminhao de entregas tambem se batendo pra atravessar a lama

20) Mas a vista lá de cima muito muito bonita

21) idem

22) posto de gasolina dos anos 40 ou algo assim - em Itajubá

23) esta foto foi tirada em 1961 - comigo na foto - do mesmo local da foto 10 acima.